De acordo com a Dra. Dayse Ketren Souza, a cirurgia neurológica é uma área especializada da medicina que envolve o tratamento de doenças e condições que afetam o sistema nervoso, incluindo o cérebro, a medula espinhal e os nervos periféricos. Os procedimentos cirúrgicos neurológicos são essenciais para tratar uma série de condições graves, como tumores cerebrais, epilepsia, lesões traumáticas e doenças degenerativas.
Este artigo, explora os principais procedimentos cirúrgicos neurológicos e os critérios que os médicos utilizam para indicar esses tratamentos aos pacientes.
Quais são os principais procedimentos cirúrgicos neurológicos?
Os principais procedimentos cirúrgicos neurológicos incluem a craniotomia, a descompressão de nervos e a cirurgia de implante de dispositivos, como o marcapasso cerebral. A craniotomia é uma intervenção onde uma parte do crânio é removida temporariamente para acessar o cérebro, sendo utilizada no tratamento de tumores, aneurismas e lesões traumáticas.
Já a descompressão de nervos é um procedimento realizado para aliviar a pressão sobre os nervos, comumente indicado em casos de hérnia de disco ou síndrome do túnel do carpo. Além disso, procedimentos como a implantação de um marcapasso cerebral são usados para tratar doenças como a doença de Parkinson, ajudando a regular a atividade elétrica do cérebro e melhorando os sintomas motores.
Outro procedimento importante é a cirurgia para a epilepsia, que pode envolver a remoção de áreas do cérebro responsáveis pelas crises. A Dra. Dayse Ketren Souza informa que a cirurgia para a coluna vertebral, como a fusão espinhal, é indicada para casos de deformidades ou lesões severas que afetam a medula espinhal. Esses procedimentos são essenciais para tratar condições que podem causar sérios danos ao sistema nervoso central e periférico.

Quando os procedimentos cirúrgicos neurológicos são indicados?
Segundo A Dra. Dayse Ketren Souza, a indicação de um procedimento cirúrgico neurológico depende de vários fatores, incluindo a gravidade da condição, a resposta ao tratamento clínico e o risco de complicações. No caso de tumores cerebrais, por exemplo, a cirurgia é muitas vezes indicada quando o tumor é acessível e pode ser removido de maneira segura, visando aliviar a pressão intracraniana e melhorar a função cerebral.
Para condições como a epilepsia, os procedimentos cirúrgicos são considerados quando as crises não podem ser controladas adequadamente por medicamentos. A cirurgia pode envolver a remoção de áreas específicas do cérebro ou a implantação de dispositivos, como estimuladores cerebrais, que ajudam a controlar a atividade elétrica do cérebro. Ademais, em casos de hérnia de disco ou estenose espinhal, a descompressão cirúrgica é indicada para aliviar a pressão sobre os nervos e prevenir danos irreversíveis à medula espinhal.
Quais são os riscos e benefícios dos procedimentos cirúrgicos neurológicos?
Por fim, os procedimentos cirúrgicos neurológicos, embora eficazes no tratamento de muitas condições, apresentam riscos significativos, pontua a Dra. Dayse Ketren Souza. Entre os riscos, estão as infecções, complicações hemorrágicas, danos a estruturas neurais e efeitos colaterais relacionados à anestesia. Contudo, quando a cirurgia é bem indicada, os benefícios superam amplamente os riscos, resultando em uma recuperação funcional significativa e, muitas vezes, em uma melhoria na qualidade de vida do paciente.
Portanto, com os avanços na tecnologia e técnicas cirúrgicas, como a cirurgia minimamente invasiva, os riscos têm sido cada vez menores. Para a Dra. Dayse Ketren Souza, essas técnicas permitem que os médicos realizem procedimentos com menor incisão, reduzindo o tempo de recuperação e as complicações pós-operatórias. Assim, os pacientes se beneficiam de um tratamento mais seguro e eficaz.
Autor: Gennady Sorokin
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital