Um ano após a morte da cantora, produção exibida pela TV Globo reacende debate sobre os últimos anos de sua vida e provoca troca de farpas entre pessoas próximas a ela
A exibição do documentário “Preta, Eu Não Ando Só” pela TV Globo, na segunda-feira, 20 de julho, data que marcou um ano da morte de Preta Gil, reacendeu na web discussões sobre os bastidores da luta da cantora contra o câncer. A produção reúne relatos de familiares e amigos próximos, revisitando desde o anúncio da remissão da doença até a descoberta das metástases que levaram ao falecimento da artista, conforme descrito pelo Correio Braziliense.
Um dos nomes mais lembrados na repercussão do documentário é o de Gominho, amigo próximo de Preta e figura constante ao lado dela durante o tratamento. Depois da exibição, ele usou as redes sociais para compartilhar um relato emocionado sobre os anos em que dedicou boa parte do próprio tempo para acompanhar a cantora, afirmando que a produção mostra apenas parte de uma história muito mais longa e intensa.
O relato de Gominho sobre os bastidores da doença
Segundo o Jornal Correio, Gominho escreveu que, se as pessoas já se emocionaram com um documentário de poucas horas, imaginariam o impacto de saber sobre três anos vividos nos bastidores do tratamento. Ele afirmou que ter dedicado seu tempo à amiga foi uma das experiências mais profundas de sua vida, reforçando o vínculo que os dois construíram ao longo do período mais difícil da doença.
Durante a própria produção, Gominho também relatou como acompanhou a aceitação gradual de Preta em relação à bolsa de colostomia, até o momento em que a cantora passou a conviver com o equipamento de forma mais natural, inclusive publicando fotos de biquíni usando o dispositivo, decisão que gerou grande repercussão nas redes sociais na época, com manifestações de apoio e também críticas, conforme reportagem do Correio Braziliense.
A decisão de se mudar para perto da cantora
Ainda no documentário, Gominho explicou por que decidiu deixar Salvador para morar próximo a Preta durante o período de quimioterapia. Segundo ele, a mudança aconteceu ao perceber a ausência do então marido da cantora, Rodrigo Godoy, durante as sessões de tratamento, em meio a um momento também marcado por uma traição dentro do relacionamento, de acordo com o portal Contigo. Ele contou ainda ter recebido apoio de outros amigos próximos durante essa fase, e destacou que a decisão de estar presente resultou de uma escolha consciente diante do que via na rotina da cantora.
A resposta pública de Rodrigo Godoy
A repercussão do documentário chegou até Rodrigo Godoy, que preferiu se manifestar publicamente em vez de permanecer em silêncio. Em publicações nas redes sociais, o ex-marido de Preta Gil rebateu as críticas feitas a seu comportamento durante o período do tratamento, sugerindo que também guarda informações sobre os bastidores da vida de outras pessoas envolvidas na produção.
Em tom de resposta direta, ele declarou que passou muito tempo presenciando situações nos bastidores da vida de quem hoje o critica, e insinuou que poderia revelar detalhes comprometedores caso quisesse. A fala rapidamente circulou entre portais de entretenimento, alimentando a repercussão em torno do documentário nos dias seguintes à exibição.
A situação expõe como, mesmo um ano após a morte de Preta Gil, os bastidores de sua trajetória ainda geram debate público, especialmente entre pessoas que conviveram de perto com a cantora durante os momentos mais difíceis de sua luta contra a doença.
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